Foi realizado nesta sexta (1) e sábado (2) o I Confetraee, congresso realizado pela Federação Estadual dos Trabalhadores em Estabelecimentos Privados de Ensino do ES – Fetraee.
O primeiro dia que começou as 19h no Hotel Aruan, foi composto por Delegados professores e técnicos administrativos dos sindicatos filiados à Federação, como SindEducação, SindEducação/NV, Sinpro/ES, Sinpro/NV e Sintraepes/ES.
Quem abriu o evento foi o Presidente da Fetraee, Jonas Rodrigues de Paula, que falou sobre a importância dos representantes no congresso e os desafios que a categoria precisa enfrentar diante o governo atual e os próximos anos.
Em seguida quem esteve com a palavra foi a mesa de abertura composta por Márcia Machado, Josandra Rupf, Edson Gomes e o presidente Jonas.
Após muita discussão, a noite de sexta foi finalizada com a primeira plenária de Análise de Conjuntura, o convidado foi o jornalista Namy Chequer.
Chequer fez um levantamento histórico da política-econômica brasileira, até chegar na atualidade, enfatizando o crescimento do capitalismo e a era da inteligência artificial, colocando em pauta o risco que os trabalhadores brasileiros correm de perderem seus empregos.
Já na manhã de sábado (2), a Plenária foi com o Consultor Jurídico da Contee, José Geraldo Santana, que falou sobre A Contra-Reforma Trabalhista e os impactos para a classe trabalhadora.
Santana, juntamente com os companheiros presentes no auditório, elegeram juntos os principais prejuízos da Reforma enfatizando a precarização dos direitos.

Durante sua fala, o Consultor também abordou a Reforma Trabalhista – já em vigor – e disse que “os trabalhadores ainda não sabem o que verdadeiramente são as Reformas”.

Após o intervalo de almoço, o convidado da vez foi o jornalista da CTB Nacional e escritor Umberto Martins, que falou sobre o tema do congresso “Os desafios do movimento Sindical para 2018 e encerrou falando sobre seu livro “O Golpe do capital contra o trabalho”.
O I Confretraee foi marcado por muita discussão e planos de lutas para o ano de 2018. Por nenhum direito a menos!